segunda-feira, 30 de novembro de 2015

À atenção da Casa do Benfica mais próxima

A/C do responsável dessa mesma Casa, que use destas palavras:

... se não for muito incómodo, hoje, no órgão oficioso de comunicação do Sporting, o Record, BdC disfere mais um poderoso ataque ao Benfica. Em concreto à habilidade do senhor, presidente Vieira, em gerir o processo da saída de Jesus. Também insiste na ilegalidade dos kits e noutras questões como o barulho e afins. Veja, senhor Presidente, se está mais preocupado em defender-se. A si e aos seus comparsas que enriquecem à custa da posição que ocupam. Use os seus cães de fila da imprensa, que sabemos que tem. Aqueles que lhe dão boas capas quando é preciso. Veja, pois um indivíduo com pouquíssimo tempo de futebol chega aqui e em pouco tempo faz aquilo que o senhor demorou anos a fazer! Se for preciso, senhor presidente, abre-se uma Casa do Benfica à pressa. Mas só com uma condição: que o senhor deixe os papéis em casa. E que defenda o Benfica do coração. Que se coloque em campo e que o faça... Já que a sua estrutura para o relvado falhou completamente! Ao menos que a nossa honra e bom nome não sejam conspurcados. A menos que o senhor tenha o rabo preso!

Off topic: Um enorme saludo a Nélson Oliveira, a brilhar em Inglaterra. Que seja a sua afirmação este ano. Finalmente! Apesar de muitos (benfiquistas) a quererem que falhes, enquanto preferem dar chances a um gordo que foi sempre um bardina!

domingo, 29 de novembro de 2015

A sportinguização do Benfica: a toalha já foi ao chão.

Vieira apareceu. E lá está, no seu palco favorito: a inauguração de uma Casa do Benfica. E mais uma vez, perante os maus tratos constantemente infligidos ao Sport Lisboa e Benfica, o que faz o Presidente? Debita o habitual chorrilho de frases feitas e lidas sem emoção. E sempre acerca do futuro. Ou seja, Vieira está há 13 anos no Benfica a tratar do... futuro. Diz o Presidente que este é um ano “decisivo para garantir a sustentabilidade do clube". Ou seja, quem passou os últimos anos a dizer que o clube estava estabilizado, enganou-se e o milagre financeiro, esse é uma treta. Este sim, é o tempo de tratar disso, da sustentabilidade. 
Dantes, cada vez que o assunto era formação os mais devotos do grupo dos 83% (dos votos, não dos sócios, são coisas bem diferentes) arrepiavam-se, insultavam-me e diziam três Avé Marias… E pelo meio, soltavam um “vocês devem querer a sportinguização do Benfica”. E eu a pensar também que este era o mandato do futebol... E que os anteriores mandatos, marcados por fracassos constantes, tinham servido para isso. Para tratar do futuro. E afinal, tanto fracasso serviu para quê? Pois… Compreendo também, à luz ainda das palavras de António Simões, o porquê de Vitória ser… intocável. Com o objectivo a passar por fazer a transição dos melhores jogadores da equipa B para A, com 2015/16 a ser um ano 0, nada melhor que ter um fantoche a treinar. Esta ideia torna-se tão mais lógica quando Vieira fala em incompreensão das decisões a curto prazo. Ou seja, as coisas evoluíram de Vitória ter as mesmas condições que JJ para um futuro a… médio, longo prazo, com este a ser um “ano de mudança”. Os títulos perdem importância, o importante é amealhar na Champions League e lançar miudagem. Ou seja, a interpretação que faço das palavras de Vieira é que o título está perdido mas isso é secundário. Passámos do Benfica competitivo para o do lançamento de jovens após cada derrota. Atenção que o máximo são 11 jogadores de cada vez! Assim, concordo, a sportinguização está completa!



Nuno Gomes afina pelo mesmo. O constante sublinhar das virtudes da formação ao dizer, por exemplo, que “O Renato (Sanches) tem todas as condições para se tornar num excelente jogador da equipa principal. A estreia dele é um motivo de orgulho para o clube”. Ou seja, agora a formação rocks! Não é mais um meio para chegar ao sucesso, mas sim o fim último! É curioso que ninguém ande preocupado com a pouca qualidade do futebol apresentado, nem com a eliminação na Taça e a distância para o 1º lugar. Bom é aparecer o Renato Sanches… O Gonçalo Guedes. Nem há a preocupação de perceber se este é o melhor momento para tal. Nem ninguém questiona o disparatado gasto de milhões em jogadores que não servem para nada. O que interessa é que ninguém como o Benfica de cebolada (não, não comem) e que a formação produz jogadores em barda! Ah, e sublinhar que Vitória tem coragem (não é necessidade, não?!) de apostar nos putos, numa tacada a JJ. Outra curiosidade: Nuno Gomes fala e aparece mais em 2 semanas que Armando Carneiro em 2 anos. Uma necessidade notável de dar o palco ao ex-21, ein?! Porquê? 

Neste momento, perante o discurso de Vieira e o seguidismo de Nuno Gomes, aos quais podemos falar das incompreensíveis palavras de Simões, sou obrigado a concordar com os que afirmavam que com a formação teríamos a sportinguização do Benfica. Reparem que o Benfica atirou a toalha ao chão... A aposta está ganha desde já ao que parece. Eu sempre fui a favor de uma aposta mais firme formação. Mas no sentido em que deveríamos usá-la para impedir a aquisição de jogadores de valor duvidoso, empenhando os parcos recursos em qualidade indubitável. Mas o que tem acontecido é que os jovens têm aparecido por termos um plantel paupérrimo e foram gastos cerca de 15M€ em jogadores fraquíssimos. E calculo que no seio do Benfica nada mudará mesmo que acordemos a 11 pontos da liderança na terça-feira... Quo vadis?

Off topic: Não seria altura de repensar a liderança da equipa técnica da B também?

sábado, 28 de novembro de 2015

Sem dúvida, o jogo de Braga é decisivo

Na minha modesta opinião, se o Benfica não vencer em Braga Rui Vitória deixa de ter condições para treinar a nossa equipa. É uma constatação dura, mas honesta. Que o próprio tem de fazer também. Chegar ao cabo do 1º terço da liga praticamente afastado da luta, sem a Taça e com derrotas no bornal ante o Sporting não é cartão de visita. Apresentar um péssimo futebol em Dezembro, com níveis do tempo de Autuori, demonstra pouca competência, ao mesmo tempo que se torna crível que a mensagem não passa.
Por outro lado, Braga é mais chance de Vitória se mostrar, provar que tem unhas.Ganhar na Pedreira era um tónico importante para o que falta. O choque nos jogadores. Veremos pois então. Tens a palavra, Rui. A estrutura,essa,no Fim tem de fazer contas.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Renato Sanches: um meio, não um fim!

Quando JJ fez a sua travessia no deserto dos títulos durante 3 anos no Benfica, em que foi apelidado como "Jorge Jejum", os seus ávidos seguidores no Benfica (hoje os que mais o odeiam e criticam. Engraçado...) defendiam-no. E muito! Como? Não ganhávamos nada mas valorizamos activos e isso era importante. Mais importante que os títulos, segundo a arreigo de muitos. Pois o Museu está cheio de cheques... Hoje, perante a ameaça real de termos uma temporada baixo do expectável e das nossas obrigações, muitos já se levantam a dizer convictamente: queriam formação aí está! Que lançámos Gonçalo Guedes, Nélson Semedo (que nem é da nossa formação) e agora Sanches... Ou seja, depois da conversa dos activos com JJ, agora a moda é a formação. Tudo para tapar uma coisa: a ausência de títulos!

No Sport Lisboa e Benfica na matriz vieirista há coisa que me desagrada profundamente: baixou a fasquia de exigência. Tudo com o fantasma de Vale e Azevedo, em que estávamos tão mal que agora agora qualquer coisa melhor serve... Há sempre uma desculpa. Uma fuga. Um escape quando não vencemos. Nunca há culpados e há sempre vitória moral a registar. Só quando ganhámos é que ninguém se lembrou dos activos. Curioso... Ontem eram os activos os títulos do JJ e Vieira, hoje RV já venceu o troféu Guedes, por exemplo. E pelo meio, títulos perdidos e mau futebol. E o Benfica nunca foi isso, acho. Foi sempre coragem. Foi sempre dignidade na derrota. E grandeza na vitória. O que temos hoje é fuga. Neste momento, até os muitos que eram alérgicos à formação dão loas à coragem de RV em lançar Semedo, Sanches ou Guedes. E esquecem o big picture: o que adianta ter miúdos sem títulos? O que nos adiantou ter valorização sem títulos? O que festejamos nós? Títulos? O que é preciso para que a valorização e a formação façam sentido? Títulos! O que no Benfica faz sentido? Títulos. Ponto!

Ninguém deseja mais que eu ter um Benfica mais português com carimbo da formação. Uma espécie de Generation of 92 à portuguesa. Mas só uma espécie, pois no Benfica a responsabilidade é hoje! Um plantel com forte presença da cantera. Um 11 fortíssimo em que se registe a presença constante de, pelo menos, dois/três jovens canteranos. Hoje não temos isso. Temos jovens, mas não temos um plantel forte e um 11 com lacunas onde os jovens só cabem por necessidade absoluta. E esta é a pedra de toque deste texto: adorei ver a passada larga de Renato Sanches a reger o meio campo. Mas Sanches é um meio. Apenas... Não pode ser o fim desta temporada, lançar miudagem com sucesso. O fim tem de ser conciliar isso com títulos. E com miúdos de qualidade como os nossos é bem possível. Mas isso exige um plantel com soluções competitivas. Não que a miudagem apareça porque não se acautelaram questões do apetrecho do dito grupo de trabalho. E muito menos podemos colocar tanta pressão em gente como Sanches ou Guedes, que são miúdos, tem carta devem ter ainda. Terão antes de ter algum tempo para crescer. Com calma. Senão irão perder-se. Como outros. E os adeptos não podem exigir nada a estes miúdos. Terão de ter paciência para os seus erros e falhas!

Off topic: O Benfica de Astana foi o habitual: sofrível, em que o resultado foi melhor que a exibição. Péssimo é chegar ao fim de Novembro e apresentar... aquilo! RV não passa do mesmo, incrível. E a bem da honestidade intelectual, uma palavra para Raul Jiménez. Dois golos, com o 1º a ser à ponta de lança de nível. Que seja o princípio de uma época de acordo com o preço e que eu, no final da época, mude de opinião. É que isto não chega a nada...
Off topic 2: Sílvio. Se o Benfica não sabia, tinha obrigação de saber. O lateral português, infelizmente, não tem as condições físicas adequadas ao ritmo do Benfica, estando sempre lesionado. É uma pena, pois Sílvio tem valor e parece ser um tipo às direitas, mas o Benfica deve cumprir com todas as obrigações contratuais (e mais qualquer coisa até), mas não pode andar sempre neste "rengue-rengue"... Confunde-me a renovação do empréstimo. Aliás os negócios mais esquisitos são sempre com o Atlético de Madrid. Porquê?!
Adenda: "Se houve uma aposta do clube e essa aposta já está ganha, não faria sentido algum mandar embora o treinador. Porque o que conta é a competência."- António Simões. Honestamente, não entendo estas declarações de Simões, um dos maiores símbolos vivos do Benfica e um vencedor. E os títulos? Não é essa a aposta do Benfica? Ou Vieira afirmou que a aposta era só lançar miúdos e não ouvi?! Oh Simões... 

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Crise do Benfica? Factos e interpretações.

Temos visto por aí muitos escritos e dizeres sobre a actualidade do Benfica. Muitas ideias (todas válidas, pois fazem parte da discussão) e muita vontade de ver coisas a mudar. De ver o Benfica ganhar! Neste momento, em vez de tecer mais considerandos, prefiro fazer um apanhado dos alegados factos apresentados por aí e dar uma interpretação dos mesmos. 

Facto 1: O desinvestimento no plantel. Ora bem, o Benfica em 3 jogadores "derreteu" mais de 15M de euros. Certamente que já existiram investimentos superiores mas esta soma, com um scouting competente, tinha de ser suficiente para colmatar as lacunas de um plantel altamente deficitário. Tenho de sublinhar que falarmos no desinvestimento no futebol é manifestamente exagerado por isso. Numa equipa de bicampeões, com jovens de valor, 15 milhões de euros é suficiente para trazer 2 ou 3 jogadores de enorme qualidade. Um lateral esquerdo e um 6 pelo menos! 

Facto 2: O sportinguizar do Benfica por causa dos miúdos. É um argumento ridículo, pois Gonçalo Guedes e Nélson Semedo têm apresentado um rendimento bem acima da média. Serão ambos a resposta a tudo? Não, nem poderiam ser, pois não se pode pedir o mundo a jovens. Mas são duas adições válidas. Podem apresentar (ainda) um rendimento inferior a Maxi e Salvio, mas não duvido que merecem um lugar no plantel graças à qualidade evidenciada até aqui. Quando muito poderemos afirmar que falta um 2 de qualidade indiscutível para que Semedo cresça tranquilamente, já que Guedes em breve terá o mestre Salvio. Por outro lado, vejam o número de canteranos que o Sporting apresenta habitualmente.

Facto 3: O Benfica joga um futebol pobre. Creio que não oferece grande discussão que o Benfica de Vitória apresenta um futebol pobre ao nível da pré-época. Ou seja, dantes quando muitos diziam que se tinha de dar tempo, que dirão agora no fim de Novembro? Não sei, pois jogamos pouco. Muito pouco mesmo. O responsável? Rui Vitória. Mas não posso aferir se tem ou não qualidade para o Benfica, pois considero-o um treinador espartilhado. Espartilhado ou pelo medo de mudar uma matriz  4x4x2 que não existe na realidade ou por alguém na estrutura que o condiciona. Agora não concebo como normal um treinador usar do experimentalismo táctico numa equipa com as responsabilidades do Benfica. Vitória não assim tão otário... Ou é? Se for, não tem competência e tem de ser despedido já. Simples... E não falemos de crise no FCP ou SCP. Neste momento, estamos claramente atrás dos dois e não por andarmos mais ou menos bem na Champions League que algo muda. Ou vocês valorizaram em algo a campanha do FCP no ano passado? Bem esteve Carlos Daniel ontem ao dizer que este Benfica é pobre e na Champions é tudo uma questão de tempo... Há que encarar a realidade de frente: perdemos a Supertaça e a Taça, a Champions é agora ou nos 1/8 e a Liga... Bom, veremos onde iremos já em Braga! 

Facto 4: A responsabilização da estrutura. Seja qual for o final desta época, a estrutura e Luís Filipe Vieira terão de ser responsabilizados. Se vencermos, admito: a estrutura vencedora existe afinal. Mas se tomarmos este terço de época como amostra, Vieira tem de ser responsabilizado e não se pode esconder para sempre. Muito menos continuar a evocar o fantasma de Vale e Azevedo. Basta! É tempo de dizer, o presidente apenas fez o que tinha de fazer: corrigir o que estava errado no Benfica. Mas a sua gestão no futebol roçou sempre a incompetência ruinosa. Jesus disfarçou-a, Vitória não consegue. Simples. O facto é que o Benfica gastou dinheiro mal empregue e continua com um plantel pobre. O que fazer? Vieira tem de passar a pasta. Ponto!

Facto 5: Vieira mentiu a Vitória (e aos benfiquistas). O Presidente quis trocar de treinador, em nome de uma mudança de paradigma. Está no seu direito. Porém, não pode diminuir o poder competitivo do Benfica (e safar-se). E fê-lo! E ao afirmar que Vitória teria as mesmas condições que Jesus mentiu. É um facto indesmentível, pelo que temos visto e por admissão própria. Agora suportar a indignidade de termos um presidente que mente é com cada um...   

(cont...)

Off topic: Ao ver a capa d' A Bola de hoje, esboço um sorriso. Destacadas figuras fazem o que muitos exigiam: firmeza! E voz! Tudo o que Vieira apelou para não se fazer... Afinal Rui Costa também sabe o que são microfones. O Benfica sempre com uma linha titubeante e apenas a reagir, em vez de agir.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Falemos do Rui. Mas do Costa!!

Muito sinceramente, Rui Costa tem-se revelado uma decepção como dirigente do Sport Lisboa e Benfica. Depois de ter sofrido o mesmo destino que Augusto Inácio sofreu no Sporting, afastado por Jesus, com um pontapé escada acima, Vieira assacou-lhe responsabilidades pelo insucesso de 2008. Lá está, sempre os outros, nunca Vieira. Rui Costa é um burgês do Benfica, um dos que RGS se referia. Vieira chamou-o para o seio do clube para evitar um potencial foco concorrencial que pudesse por em causa o poder. LFV havia usado dessa táctica com Varandas Fernandes, JEM e Rui Rangel.
Torna-se relevante falar neste momento de Rui Costa pois o que falta no Benfica actual é... mais Benfica. Repare-se, as figuras de proa quem são? Gente empresária, sem o mínimo espírito de liderança (Vieira) e sem um pingo de amor ao clube (DSO). Jesus, o terceiro elemento do triunvirato que governava o Benfica, era claramente n/benfiquista também. Hoje, temos Rui Vitória que debita umas frases feitas sobre a família benfiquista e pouco mais... E neste cenário, de um Presidente perfeitamente em regime de sede vacante, que comparece em inaugurações a ler discursos ocos e a fugir da refrega (é vergonhoso ver os jogos em balneário) e com um séquito de meros profissionais engravatados, incapazes de assumir uma luta sem quartel ante aqueles que enlameam o Benfica, começa a aparecer mais Rui Costa. Será coincidência? A realidade é que pelo Facebook muitos queriam o Maestro a treinar o Glorioso (Não, o fenómeno Guardiola não se repete. Confiram com o AC Milan.). Outros querem-no a presidir. E agora é Rui quem fala, num tom de homenzinho, diga-se. Como nunca antes. Será também coincidência que no aftermath do derby apareça Rui a falar? Não. Com esta estrutura, esta tipologia de estrutura de protecção ao regime, é óbvio que aparece alguém conciliador, mas que nunca trairia quem lhe deu a mão. O regime sabe bem proteger-se: elimina a concorrência, fornecendo tachos e chama a si nomes consensuais para eliminar focos de benfiquismo puro. Simples. Rui Costa desilude por isso, porque é uma figura de enorme amor ao Benfica, com anos de experiência num dos melhores clubes do Mundo, com um capital de prestígio enorme e está encostado a lugar onde não tem relevância (Por favor, scouting? A sério?), agarrado aos 20 mil euros mensais do seu vencimento. Pela primeira vez, Rui Costa falou grosso, é verdade... Mas tem um longo caminho a percorrer até ser o que podia ser: alguém importante!  


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

A inacreditável retórica...

Continua a inacreditável retórica muitos adeptos que se julgam donos da verdade. Que pensam que por berrarem mais alto, por insultarem, por virem com graçolas idiotas ficam logo cheios de razão. É a retórica do "Apoia". A retórica do "na derrota é que se vê quem ama o clube". Se não amassemos o clube não estávamos tão furibundos, pah! É uma retórica de gente que se recusa a ver os problemas. De gente que faz tudo para não debater os problemas. De gente que não conseguia ver além de Vieira e Jesus, mas que agora já odeiam o treinador. De gente que pensa que discutir o clube, expor os seus problemas, pensar livremente e debater o que quer que seja é um crime. O que dizer do espírito tolerante e democrático dos imbecis que só sabem dizer "mudem de clube"?!As ditaduras estão cheia de gentinha assim. De gente que se arrepia de ouvir uma nesga de crítica a Vieira, esse herói de balneário! Discutam o clube e metam a ironia num sítio vosso que eu cá sei. Ou então deixem-na para quem a inventou: PdC! É que não é por apoiarmos muito e cegamente que as coisas acontecem!

Adenda: Peço ao "Anónimo" que explique onde, neste espaço, fui um apoiante da tese da Estrutura. Sobretudo, um apoiante cego... Ab